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Crítica de Filmes: Cabana do Inferno (Cabin Fever 2016)


‘Cabana do Inferno (2016)’ (Cabin Fever) é a refilmagem do cultuado terror de mesmo nome dirigido por Eli Roth (franquia ‘O Albergue’) em 2002.

 Travis Zariwny (‘Scavengers’) assume a direção. O remake usará o mesmo roteiro do primeiro filme, escrito por Roth e Randy Pearlstein.

O filme começa quando um grupo de cinco amigos decide passar o fim de semana em uma casa na floresta para aproveitar as férias. Planejando cerveja e farra, eles encontram um ermitão portador de um vírus que parece comer sua pele. O causador da doença, então, infecta alguns dos cinco, fazendo com que os sadios ajam com paranóia e hostilidade contra os doentes, criando o clima de suspense.

Gage Golightly (‘Teen Wolf’), Dustin Ingram (‘Atividade Paranormal 3’), Samuel Davis (‘From Dusk Till Dawn’), Matthew Daddario (‘Shadowhunters’) e Nadine Crocker (‘Deadgirl’) formam o elenco do remake.

Após o fracasso das continuações, em menos de 15 anos depois, decidem fazer uma refilmagem de Cabana do Inferno, em uma tentativa de reiniciar e lançar novamente o filme, para atingir as novas gerações e usando tecnologias melhores. O problema nesse filme foi que usaram o mesmo roteiro do filme anterior, há muito poucas diferenças, inclusive os diálogos são muito parecidos (e cheio de palavrão). Para ser sincera, há sutis diferenças de um filme para outro, o que nos leva a pensar se realmente havia necessidade de uma refilmagem em tão pouco tempo. Mas enfim, estamos na era dos remakes, reboots e afins... Na verdade, os Diretores e Produtores de Hollywood estão com medo de investir em coisas novas, devido ao medo do fracasso. Sempre há muito dinheiro e o emprego de muita gente em jogo!

Porém, mesmo desnecessário, o filme é bom! Mesmo já tendo assistido o filme de 2002, vale a pena dar uma conferida nesse remake, até mesmo pelo elenco, que apesar de ser desconhecido para muitos (tirando Matthew Daddario, que vou te contar: Oh DNA maravilhoso), está muito bem nesse filme.

Talvez a grande diferença desse filme é que ele é bem mais visualmente bonito que o primeiro lançado. Não tem como negar que a fotografia melhorou bastante de um filme para o outro. Algumas cenas de morte também foram melhor elaboradas.

Vale ressaltar que as cenas (no geral) desse filme são fortes, se no primeiro filme, literalmente, saia sangue pela tela, o segundo é praticamente banhado a sangue. Essa é uma das características de Eli Roth: fazer filmes que não assustam mas impressionam, que deixam sempre aquela sensação de incômodo (e embrulho no estômago), que faz com que fiquemos pensando na história depois.

Há uma tentativa de tornar o filme trash, com algumas cenas misturando terror com um toque de humor negro, e uma trilha sonora que remete aos filmes dos anos 80.

Nesse primeiro filme não aconteçe muito coisa relacionado à epidemia, pois a trama é introdutória, que tem o intuíto de mostrar o começo de uma infecção viral. extremamente contagiosa, que pode culminar em um futuro apocalipse. É um bom filme, espero que dessa vez dêem sequência à franquia, e que dê certo!
Giselle Trindade

Giselle Trindade

Escritora, blogueira e formada em psicologia. Apaixonada por séries, filmes e livros. 

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